terça-feira, 25 de maio de 2010

Nova Yamaha Fazer YS250 2011, novo visual e mais qualidade


Algumas das principais características que identificam a Fazer YS250 2011 como um produto Yamaha é o know how e qualidade. E como as suas irmãs maiores é equipada com sistema de injeção eletrônica, pistão forjado, cilindro com revestimento cerâmico, freio a disco também na roda traseira, além do visual moderno, fácil dirigibilidade e baixo consumo. A Fazer YS250 2011 é apresentada pela Yamaha como uma máquina que surpreende no desempenho e conforto, aliando economia e beleza. Uma motocicleta versátil para o uso sob circunstâncias reais do dia-a-dia.
Para o modelo 2011, atendendo a pedidos dos consumidores, a Fazer YS250 foi reestilizada passando por melhorias e mudanças significativas. No visual fluídico e agressivo mudaram o tanque de combustível, painel de instrumentos, os conjuntos óticos dianteiro e traseiro. Tecnicamente foi modificado o link da suspensão traseira, que agora passa a ser por rolete, e o freio traseiro. O freio a disco traseiro passa a ser um componente "standard" na Fazer YS250.
Todo o funcionamento do motor é assegurado por um eficiente sistema de controle que comanda um conjunto de dez diferentes leituras. O coração, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU), monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que funcionem de forma ideal para atender às mais diferentes condições de pilotagem, como por exemplo, o sensor de ângulo de inclinação que é usado para interromper a injeção do combustível quando houver uma inclinação da motocicleta superior a 65 graus.
O radiador de óleo, melhora a capacidade de arrefecimento do motor, um monocilíndrico quatro tempos de 249 cc e comando de válvula simples no cabeçote que desenvolve 21 cv de potência a 8.000 RPM e 2,10 kgf.m a 6.500 RPM, com pistão forjado e o cilindro revestido de cerâmica dispersiva de calor, que como nos maiores modelos da marca - XT660R, Fazer, YZ e WR, também são utilizadas em razão da sua enorme robustez e longevidade.
O conjunto mecânico ainda conta com outros componentes que colaboram para a segurança, robustez e qualidade dos componentes da Fazer YS250, como; engrenagem compensada com mola amortecedora instalada na extremidade direita do eixo balanceador, engrenagens das cinco marchas reforçadas, caixa de filtro de ar com grande capacidade (3,5 litros) para um melhor funcionamento do motor em baixas e médias velocidades.
A Fazer 250 é a motocicleta ideal para o transporte pessoal, no trabalho ou lazer, para os motociclistas em deslocamento na cidade, área urbana e ou para os que preferem passear ou viajar nos finais de semana.
Conta com tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros (de - 4,5 reserva), com tratamento em zinco, novas rodas de liga leve com cinco raios duplos, pára-lamas traseiro agregado ao cobre corrente e desenho do silencioso que abriga o catalisador, também pára-lamas traseiro traz um novo suporte da placa e a rabeta. O assento comporta duas pessoas com mais conforto, o painel de instrumentos é totalmente novo e acomoda um mostrador análogo - contagiros, e um mostrador em cristal liquido multifuncional com marcador do nível de combustível digital e relógio, além das luzes espias.

Fonte: http://www2.odiario.net/noticia/reader/codigo/28/noticia/17094


Risco de acidentes com moto é duas vezes maior

A corrida em busca de preços mais baixos, economia de combustível e agilidade no trânsito, faz com que cresça cada vez mais a frota de motos circulando no Estado. A estimativa é de que até o final de 2010 serão 1 milhão de motocicletas em circulação. De 2003 a 2009 o número de motos dobrou, passando de 433 mil para 870 mil - o que já é 19,7% da frota total no Rio Grande do Sul.
Com o aumento do número de motocicletas nas ruas, aumenta também o índice de acidentes e mortes em ruas, avenidas e rodovias. Um levantamento do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), com base em números do ano de 2009, indica que motociclistas se envolveram em 404 acidentes com morte no ano passado, o que representa 4,8 ocorrências para cada 10 mil veículos. No mesmo período houve 677 casos de acidentes fatais envolvendo carros, em uma taxa de 2,6 para 10 mil. Essa comparação indica que o risco de tragédia sobre uma moto é 85% maior do que no interior de um automóvel. “A moto é mais frágil e expõe o condutor a mais riscos que um carro. Por isso, esse condutor nos preocupa”, comenta o diretor-presidente do Detran, Sérgio Filomena.
Em Dois Irmãos, em janeiro deste ano, 13 novos condutores se habilitaram na categoria A no Centro de Formação de Condutores (CFC). Isaías Miranda dos Santos (foto), o Papa-Léguas, de 36 anos, dirige moto há mais de 15. Ele já sofreu dois acidentes graves, e conhece bem os perigos da estrada. Mesmo assim, não pretende deixar de andar. “A moto expõe o cara a um risco muito maior. Mas quem anda de moto tem que usar equipamento de proteção. Tanto no frio, como no calor de quase 40 graus da semana passada, ando sempre com meu colete de couro, bota e calça de couro. Tem que usar, enquanto eu aguentar o calor, só ando assim”, diz ele, que trabalha como motoboy. “Se o motoboy parar de trabalhar, a cidade para. Tanto aqui, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, o número de motoboys está crescendo pela praticidade, agilidade e economia. Mas é preciso estar muito atento ao trânsito”, comenta Isaías.
Para o presidente da Associação de Motociclistas do Estado do Rio Grande do Sul, Leandro Balardin, não adianta ter a melhor moto sem o equipamento de segurança. “É preciso um bom capacete, um bom protetor de ombro, cotoveleira e bota. Por mais que vá dar apenas uma volta, tem de usar o equipamento. Uma fechada no trânsito pode deixar sequelas para o resto da vida”, diz ele, que no mês passado perdeu sua filha em um acidente de moto em Cachoeira do Sul. “A culpa não é da moto, do objeto. É da imprudência, da negligência. Há diversos motociclistas conscientes por aí, como também há um percentual intolerante”, diz.

Ele sofreu acidente de moto
há 2 anos e está paraplégico
Éder LXXX (foto), 24 anos, morador do bairro XXXXX XXXXX, sofreu um acidente de moto em março de 2008 e ficou paraplégico. O dia ficou marcado na sua memória. Ele comemoraria seu aniversário naquele sábado.
Pela manhã, no entanto, retornou de uma festa e saiu novamente para deixar um amigo em casa em Morro Reuter. Na volta, Éder se perdeu numa curva e caiu com sua moto, uma Honda Titan 150. Com a queda, bateu a coluna e ficou paraplégico.
Hoje, quase dois anos depois, Éder tenta retomar a vida. “Mas não é como era antes. Saio de casa, mas encontro muitas limitações. Nós adaptamos a casa, mas na rua, não posso andar. Tem muito degrau para subir e o acesso é bem limitado”, comenta o rapaz. Depois de oito anos sem estudar, em 2009, Éder, mesmo na cadeira de rodas, cursou o 1º ano do Ensino Médio na escola estadual Affonso Wolf. Este ano ele já fez sua matrícula para cursar o segundo ano. “No ano passado a escola ainda não estava adaptada, aí o pessoal me ajudava bastante. Agora já estão adaptando banheiros e tudo. Isso é muito bom”, comemora.
Outra dificuldade para ele é quanto ao transporte. Em 2009, durante um mês, a prefeitura levou o jovem até a escola e depois continuou custeando o combustível para ele ir de carro com um amigo. “Mas agora o meu amigo se formou. Ainda não sei como vai ser”, destaca Éder, que tem muita esperança na recuperação.
Para os amigos e pessoas que dirigem moto, o jovem recomenda: “Não misturem bebida alcoólica com direção. Isso é o principal. Foi muito difícil eu entender que minha vida mudaria completamente de uma hora para outra. O médico me deu poucas chances. Por isso tanto de moto, quanto de carro, os motoristas têm de ser prudentes”.


NÚMEROS DO ESTADO
- De 1,3 milhões de condutores habilitados para pilotar motocicletas, 86% são homens; 68% tem entre 21 e 50 anos; 71% não exercem atividade remunerada com o veículo.
- De cada 5 veículos no Estado,1 é motocicleta. Em 2003 433.242 motos no RS; em 2009 chegou a 870.437.
- Em 2008 foram registrados 400 acidentes fatais com motos no Rio Grande do Sul e em 2009 foram 404 ocorrências.

Fonte: http://jornaldiblog.blogspot.com/2010/02/risco-de-acidentes-com-moto-e-duas.html

Para conscientização:
http://portalpatos.com/imagens/acidente_transito.jpghttp://www.atribunamt.com.br/wp-content/images/imagens_do_dia/12-01-08/Samu%20chega%20para%20socorrer%20vitima%20-%20acidente%20com%20moto%20-%2028-09-05%20-%20cor.jpg
http://www.tvcanal13.com.br/fotos/acidente%20barao%20dentro2.jpg
http://www.itapuamafm.com.br/site/images/stories/acidente_moto.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3Z7ylnJU4kMTU_rPVKgOG9Um9RIQm6xuY5xCzFQwSzk7hI7ZJN1WppbRa_x80R1ohN0GFvHumRE1Eve6uD2janCjm1W9NtmynDVLPB4EpKHSxlEBkoD3c3hCMjHVwIvyBRdAGf3DKrrAV/s400/acidente+moto3.jpghttp://www.alagoas24horas.com.br/legba/admin/temp/Thumbs/d/2/%7Bd28dadf4-abdd-4e5f-ac61-00ce7359a9f4%7D_acidente%20e%20mulher%20presa%20(13)_500x336x0.jpg
http://www.motorpasion.com.br/wp-content/uploads/2009/12/acidente-moto.jpg
http://www.cosmo.com.br/multimidia/imagens/2009/05/07/27879184510G.jpghttp://rmtonline.globo.com/banco_imagens_novo/noticias/%7B49E6F899-164F-4C5A-96BD-08656B58D10C%7D_acidente_moto_domingo_15-03-2009_600.jpg


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Nova TOP: Nemesis Norton

Nova TOP: Nemesis Norton
Norton NemesisNorton Nemesis
O Nemesis Norton, uma hyperbike motor V8 que era para ser a moto mais rápida do mundo da produção. Infelizmente, isso não ocorreu.
Norton NemesisNorton NemesisNorton NemesisNorton Nemesis

Nemesis - é um nome digno de um super-vilão com estranhos poderes do mal, em uma mega produção de Hollywood orçamento. E quando ele foi inaugurado em Abril de 1998, no Hotel Dorchester, em Londres, o Nemesis Norton certeza parecia que ele estava devidamente equipado para esmagar completamente qualquer motocicleta de alta performance já construída no mundo.

Dê uma olhada no Norton - um motor V8 de 1.5 litros com três velas por cilindro e potência de 235 hp, um sistema de botão para mudar as marchas, rodas de magnésio, braço oscilante e outros componentes, rodas aro montado freios a disco na frente, F1-style de suspensão ativa, retrovisores câmeras em vez de regular os espelhos retrovisores, um peso de freio de 217 quilos e uma velocidade máxima estimada de 360 km/h. Tudo isso em uma moto que seria - se ele já ultrapassou a fase de protótipo - carregam um preço de cerca de £ 32.000 (euros) que equivaleria a cerca de R$ 83.000,00.

O Nemesis Norton foi projetada pelo Engenheiro Al Melling para a empresa canadense Aquilini Investment Group, que detém o que era então chamado Norton Motos Internacional. A intenção era construir moto mais rápida do mundo - produção de um título que pertencia a Suzuki Hayabusa na época. Hoje, mais de uma década depois, algumas coisas mudaram, outras não têm. A Hayabusa é ainda motocicleta mais rápida do mundo da produção. Norton, no entanto, parece finalmente estar nas mãos de pessoas que realmente se preocupam com o nome, o património e as motocicletas. Depois de décadas, com o novo SE 961 e, talvez, uma supermoto com motor rotativo, em um futuro próximo, pode finalmente estar na pista de retorno.

A grande incognita é,será que a Nemesis será relançada pela Norton,como dizem os rumores?


Fotos: Ottonero, Flickr

MOTOCICLETA HIBRIDA

CONCEITO DE MOTOCICLETA HIBRIDA
Izh-1 HybridIgor Chak

Nascido na cidade de Vladivostok, na Rússia, Igor Chak viveu no Japão e em os E.U., e tem uma licenciatura em design industrial do Instituto de Arte de Seattle. Ele adora motos, aparentemente, e sonha em ser um desenhista profissional de moto um dia, portanto, este - o Izh, um conceito de motocicleta híbrida.

'Meu fascínio com motos não é apenas com a sua estética - é com a máquina dentro da estética, a tecnologia que você interage com, "diz Chack, que é agora 26 anos. "Nossas ruas permanecer aproximadamente o mesmo tamanho, mas se tornam mais populosas, o que significa mais poluição e mais tráfego. É por isso que eu acredito que a moto e sua evolução será um fator chave para os passageiros ", acrescenta.
Izh-1 HybridIzh-1 HybridIzh-1 Hybrid

O Izh-1 foi concebido em torno de um motor de 850cc V-Twin, que é construído com reforçado, resistente ao calor de componentes plásticos. E já que este é um híbrido, também tem um motor elétrico que é montado dentro da roda traseira. Trabalhando em conjunto, do motor e motor elétrico é capaz de entrega de até 34 km / l em termos de eficiência de combustível.

Izh-1 HybridIzh-1 HybridIzh-1 HybridIzh-1 Hybrid

Outros bits interessante sobre o Izh-1 incluem uma transmissão automática, freios magnéticos (?!?) com um sistema hidráulico de back-up, airbags duplos e um garfo dianteiro que foi concebido para funcionar como uma "zona de deformação em caso de um colisão frontal. Há também, é claro, controle de tração, ABS, uma proximidade regular o sistema de radar que funciona em conjunto com a frente virada para câmera on-board, as capacidades de visão noturna aumentada, navegação GPS e compatibilidade completa com uma gama de dispositivos móveis.

Dez anos a partir de agora, é isso que a moto está indo olhar como? Eu suponho que nós vamos ter a resposta para que, no ano de 2020.

600cc super-nakeds provenientes da China?

600cc super-nakeds provenientes da China? Provavelmente sim ...!
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De acordo com um relatório sobre a MCN, fabricantes de motocicletas chinesas, como Loncin, Zongshen e Jialing estão trabalhando agora em maior, motocicletas desportiva - o tipo que nunca foi feito na China antes.

China tem, de acordo com algumas estimativas, foi o maior produtor de motocicletas desde meados da década de 1990. Atualmente, mais de 20 milhões de motocicletas são fabricados na China a cada
ano e scooters chinesas construídas e as motocicletas são cada vez mais exportado em todo o mundo.

Até muito recentemente, os fabricantes chineses estavam apenas fazendo motos de pequena capacidade de transporte regional e scooters. Mas agora, segundo o relatório da MCN, que estão trabalhando em motos maiores, começando com 600s. Loncin, Zongshen e Jialing dizem ter desenvolvido 600cc inline-quatro, com o qual poderá ser em breve, tendo em motos como a Honda CB600F Hornet, Yamaha FZ6, ER6n Kawasaki, Suzuki e GSR600 Hyosung Comet GT650.
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sábado, 22 de maio de 2010

MotoGP: Rossi inicia o GP da França na ponta

MotoGP: Rossi inicia o GP da França na ponta


O multi-campeão da MotoGP, Valentino Rossi, conseguiu, no último setor em sua última volta, ficar com a primeira posição nos treinos livres do Grande Prêmio da França, que acontece neste fim de semana, no circuito de Le Mans.

Momentos antes, o italiano havia perdido a terceira posição para o compatriota Andrea Dovizioso, porém, após três setores perfeitos, o vencedor da prova do Catar conseguiu superar em 0s106 a Ducati de Casey Stoner e tirar o australiano da ponta.

Uma sessão muito apertada, com Stoner na segunda posição e o companheiro de Rossi na Fiat Yamaha, o líder do campeonato Jorge Lorenzo, ficou a 0s140 do italiano na terceira posição.

Mostrando que a mudança do chassi já começou a surtir efeito em seu ritmo, Dovizioso foi o melhor piloto da Honda, colocando a Repsol na quarta posição, 0s223 atrás de Rossi. Já seu companheiro de equipe, o espanhol Daniel Pedrosa, ficou 0s6 do líder e apenas uma fração de segundo na frente de Colin Edwards e sua Yamaha Tech 3.

O companheiro de equipe de Stoner, Nicky Hayden, se recuperou de um início ruim para finalizar a sessão na sétima colocação, em um circuito que ele considera um dos mais difíceis da temporada. Seu compatriota americano, Ben Spies, ficou com o oitavo melhor tempo.

O atual campeão Mundial de Superbike, Spies, nunca havia pilotado em Le Mans antes de hoje e foi o último piloto que ficou dentre da casa de segundo de Rossi.

Outro novato que desfrutou de uma boa performance foi Aleix Espargaró, que colocou a Pramac Ducati na nona posição. Marco Melandri, que já venceu em Le Mans, fechou os dez melhores.

Resultados:
1) Valentino Rossi (ITA/Fiat Yamaha), 1min34s402
2) Casey Stoner (AUS/Ducati Marlboro), 1min34s508
3) Jorge Lorenzo (ESP/Fiat Yamaha), 1min34s542
4) Andrea Dovizioso (ITA/Repsol Honda), 1min34s625
5) Dani Pedrosa (ESP/Repsol Honda), 1min34s989
6) Colin Edwards (EUA/Monster Yamaha Tech 3), 1min35.089s
7) Nicky Hayden (EUA/Ducati Marlboro Team 1min35s223
8) Ben Spies (EUA/Monster Yamaha Tech 3), 1min35s291
9) Aleix Espargaro (ESP/Pramac Racing), 1min35s450
10) Marco Melandri (ITA/San Carlo Honda Gresini), 1min35s643
11) Loris Capirossi (ITA/Rizla Suzuki), 1min35s685
12) Marco Simoncelli (ITA/San Carlo Honda Gresini), 1min35s959
13) Hector Barbera (ESP/Paginas Amarillas Aspar), 1min36s009
14) Randy de Puniet (FRA/LCR Honda), 1min36s086
15) Mika Kallio (FIN/Ducati Pramac), 1min36s292
16) Hiroshi Aoyama (JAP/Interwetten Honda), 1min36s798
17) Alvaro Bautista (ESP/Rizla Suzuki), 1min37s525




Fonte:
Equipe MOTO.com.br

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Capacetes mais seguros

O SHARP (Safety Helmet Assessment and Rating Programme) divulgou uma lista com os capacetes mais seguros do mercado europeu. A entidade realizou provas de movimentos e impactos com os capacetes.

Os testes feitos em laboratório concluíram que há grande diferença entre a segurança proporcionada entre os capacetes, assim o órgão criou um ranking.

Tipos de provas
Linear: o capacete é submetido a uma prova de impacto linear. Este teste serve para medir a capacidade de absorção de impacto do equipamento, ao deixá-lo cair em uma trajetória vertical sobre diferentes objetos em variadas velocidades. Assim, se comprova as possíveis lesões na cabeça do usuário.

Oblíqua: na prova oblíqua, o capacete é submetido a um impacto com fricção, em uma superfície similar ao asfalto. É o equivalente cair a da moto e raspar a cabeça no asfalto.

Zonas de impacto: as pesquisas do Sharp concluíram que a zona de impacto mais freqüente são as laterais do capacetes, que recebem 53% dos golpes. A parte frontal leva 24% dos impactos, a traseira 21% e a superior 2%. Quanto ao tipo de impacto, 60% são de trajetória oblíqua, 38% linear e 2% contra arestas.

Velocidade de impacto: as provas foram feitas com velocidades entre 27 e 30 km/h, as mesmas utilizadas pelas autoridades européias. Além de um teste a 22 km/h, para analisar o comportamento dos capacetes a impactos de baixas velocidades. O Sharp recomenda que as próximas homologações aconteçam com provas a 34 km/h, para que os capacetes fiquem mais seguros no futuro.

Segue a lista dos capacetes que atingiram cinco estrelas, a apresentação está em ordem alfabética. Desse modo, todos estão no mesmo nível:

- AGV S.4 – 1 350 g – XXS-XXL
- Arai GP5x – 1 300 g – XS-XXL
- Bell M1 – 1 350 g – XS-XXL
- HJC HQ-1 – 1 364 g – XS-XL
- Lazer LZ6 – 1 350 g – XS-XL
- Shark RSR2 – 1 290 g – XS-XL


clique na imagem para ampliar

Confira a lista completa dos 65 capacetes testados no site: http://sharp.direct.gov.uk/



Dicas na compra de capacete

Além de ser um equipamento de segurança importantíssimo, o capacete é de uso obrigatório. Por isso trazemos para os nossos leitores dicas de como escolher o seu capacete. Este guia irá ajudá-lo a escolher um capacete de qualidade, seja ele para fora de estrada ou cidade. Acompanhe as dicas e melhore e acerte na sua próxima compra!

1. TIPOS DE CAPACETE:

Cada tipo de capacete tem a sua função, os seus limites, as vantagens e desvantagens. Cada grupo distinto de motociclistas tem mais inclinação para um certo tipo de capacete, dependendo principalmente da moto que conduz.
Integrais - Fáceis de identificar por serem fechados. Este formato confere maior resistência a toda a estrutura. No entanto, estes capacetes têm facilidade para embaçar a viseira e são quentes nos dias de calor. São mais caros, uma vez que o custo de desenvolvimento é superior aos outros, mas oferecem maior proteção e têm muito mais materiais e funcionalidades (ex: canais de circulação de ar, forros removíveis, viseiras destacáveis, etc).

Todo Terreno - Têm um formato muito próprio que inclui uma proteção contra pedras, lama e poeira. Além disto, permitem o uso de óculos adequados para o fora de estrada. São indicados para os esportes todo terreno.

Híbridos - Permitem abrir/deslocar para cima à parte do queixo do capacete. Muito práticos em grandes viagens, pois permitem descansar um pouco a cabeça e respirar melhor nas paradas, sem ter que retirar o capacete. Além disto, são muito práticos para pessoas que usam óculos.

Abertos - Protegem apenas as orelhas e as partes laterais do rosto. Não possuem qualquer proteção para o queixo. A maioria não tem viseira, o que os tornam mais baratos. São indicados principalmente para trajetos curtos, a pouca velocidade, ou seja, em áreas urbanas.

Além desses, é também bastante comum o uso, principalmente por usuários de motos custom, o famoso estilo de motos estradeiras americanas celebrizado pela Harley Davidson, do capacete estilo "coquinho" ou "peruzinho", que cobre apenas a parte superior da cabeça, não tendo viseira nem qualquer proteção abaixo da linha da orelha. O uso desses capacetes por motociclistas é ilegal, pois o "coquinho" não oferece a proteção necessária.
Há diversos fabricantes de capacetes para motociclismo no Brasil, e também grande oferta de capacetes importados. Algumas marcas conhecidas: Shoei, Arai, Bieffe, Sparck, Taurus, CMS, Shark, etc.

2. PONTOS ESSENCIAIS DE UM CAPACETE:

Conforto - Andando lado a lado com a segurança, o aspecto mais importante de um capacete é o conforto. Todo capacete deve ser seguro, esteticamente agradável e bastante confortável. Quando experimentar um capacete, use-o pelo menos durante 5 minutos antes de retirar. Concentre-se nas zonas que o incomodam. Se possível, depois de retirar o capacete, ainda na loja, se olhe no espelho para ver se ficou com alguma marca vermelha no rosto. O capacete deve ficar bastante justo, sem ultrapassar o ponto do desconforto. Se as marcas vermelhas aparecerem escolha outro modelo ou tamanho.

Camada exterior - O casco é normalmente composto por uma mistura de policarbonatos ou fibra de vidro. Capacetes em fibra de vidro oferecem elevada resistência ao impacto, são muito estáveis e duram mais tempo. Os capacetes de policarbonatos são mais leves e muito rígidos. O casco deve ser moldado numa só peça, pois sua principal função é dissipar o impacto por toda a estrutura e evitar que qualquer objeto penetre no interior do capacete.
Pergunte sempre sobre as normas de segurança que o capacete respeita (normalmente encontra-se rotulado no interior do capacete). Muitos capacetes mais baratos evitam os testes de segurança e por isso não encontram quaisquer indicações das de normas de segurança. Procure sempre o selo do Imetro.

Camada de Proteção Interior - A camada de proteção de um capacete é normalmente feita de poliuretano e tem como função absorver o impacto sem o transmitir para a sua cabeça. Alguns capacetes não têm esta camada, que apesar de lhes dar um ar mais leve e prático para transportar, peca em segurança.

Camada de Conforto (Forro) - É a camada que fica em contato com a sua cabeça. Deve ter boa capacidade de respiração, ser bastante confortável e adaptável ao seu rosto e deve também absorver o suor. Em alguns capacetes existem forros laváveis e ainda forros substituíveis, o que prolonga ainda mais a vida do seu capacete. O forro tende a adaptar-se ao formato do rosto de cada um. Geralmente os capacetes tornam-se mais confortáveis ao fim de algum tempo de uso.

Sistema de Ventilação - Um bom sistema de ventilação é muito importante, pois além de manter a cabeça arejada, evita embaçar a viseira e mantém o ar renovado dentro do capacete. A construção deste sistema tem muitas vezes influência direta no ruído que se sente dentro do capacete, o que resulta num capacete de pouca qualidade, pois significa que foram efetuados poucos, ou quase nenhum, testes anti-ruído, provavelmente com o intuito de reduzir os custos de produção e manter o capacete a um preço baixo. Verifique se o sistema de ventilação permite controlar a abertura/fecho e se existem aberturas (canais) na traseira do capacete (o ar que entra no capacete deve poder sair do mesmo). Os sistemas de ventilação são a principal causa de ruído dos capacetes. Quanto mais aerodinâmico (formas redondas) for o formato do capacete e respectivos canais de ventilação, menor será o ruído.

Sistemas de fecho de segurança - Tenha em atenção o sistema de fecho do capacete que pretende adquirir. Certifique-se que as fitas não são longas e que as pontas destas não incomodam no pescoço, pois se estiverem longas demais a tendência é de andarem soltas, roçando e batendo na pele, causando irritações desconfortáveis. As tiras são normalmente fabricadas em nylon, o mesmo material dos cintos de segurança, por ser bastante resistente e duradouro.

Espaço para as orelhas - O interior do capacete deve ter espaço suficiente para alojar confortavelmente as orelhas. Os forros, com formato mais ergonômico, são muito mais confortáveis e levam menos tempo a adaptarem-se ao formato da cabeça. Todos os capacetes são adaptáveis, uns mais que outros, mas de forma limitada, ou seja, se experimentar um capacete que gosta muito, mas que de início não condiz nada com a sua cabeça, dificilmente se ajustará de forma confortável, mesmo com muito uso.

Viseiras - Peça essencial em qualquer capacete, pois evitam mosquitos, pedras, poeiras, chuva e etc... É muito importante que a viseira ou os óculos de proteção (no caso dos TT) não distorçam a visão nem retirem muito ângulo de visão.
Verifique que tipo de viseira inclui o capacete e se permite mudar para diferentes tipos de viseiras (mais escuras, espelhadas, alta definição, etc), onde e como se abrem, facilidade de abertura, capacidade de vedar a entrada de chuva e de vento, facilidade de remoção/substituição e se as peças dos encaixes da viseira são substituíveis, pois é bastante comum danificarem-se com pequenas quedas.

Evite colocar o capacete num lugar pouco seguro e alto. Tantas vezes se vêem capacetes a cair no chão por estarem pendurados ou nos espelhos retrovisores, ou no assento ou em cima de um muro. Uma simples queda pode arruinar por completo um capacete.

3. O TAMANHO CERTO:

Use uma fita métrica para medir o perímetro da sua cabeça. De acordo com a tabela do fabricante, procure qual o tamanho correspondente à medida da sua cabeça (ex. Small, Large, Extra Large…).
Pegue nas correias do capacete e encaixe-o na sua cabeça, o capacete deverá ficar bem justo à cabeça e ficar confortável. Verifique se a parte anterior do capacete fica bem junta ao pescoço e à testa (não deverá caber o polegar entre o capacete e a cabeça). Ajuste e aperte o fecho das correias, ele não deverá ficar justo, apertando o pescoço. Mexa a cabeça verificando se o capacete não mexe junto e certifique-se de a sua cabeça não escorrega dentro do capacete.
Sente-se na sua moto na posição de condução. O topo do capacete não deverá influenciar a sua visão, o seu ângulo de visão deverá ser 100%. Se você usa óculos, experimente-os com o capacete. Pressione com a mão por cima do capacete (simular a força do vento) e assegure-se que se sente confortável e que o capacete envolve toda a sua cabeça. Verifique se tem todas as características ao seu gosto. Use o capacete pelo menos durante 5 minutos para ver se fica com marcas vermelhas.
Comece por experimentar o tamanho que pensa ser o correto. Uma vez encontrado o tamanho confortável e justo, deverá verificar se não está largo. Para isso, pegue numa das fitas, com o capacete apertado, e tente mover o capacete de lado a lado e de cima para baixo. Se o capacete escorregar, está grande demais. Se a sua pele e o cabelo seguem o mesmo movimento do capacete, então esse é o tamanho certo; - Finalmente, ainda enquanto segura nas fitas, puxe o mais rápido possível para baixo e para trás. Para sentir que o capacete pode sair em qualquer dessas posições, ou está grande, ou as fitas não estão devidamente apertadas.

4. CUIDADOS E MANUTENÇÃO:

Limpeza Exterior - Para limpar o seu capacete por fora é recomendado o uso dos produtos concebidos para a limpeza dos automóveis. Praticamente todos os capacetes levam um acabamento idêntico ao dos automóveis, e poderá utilizá-los para a remoção de riscos e polimento. Tenha cuidado para não polir demais, pois acabará por abrasar a camada de acabamento, chegando à camada de pintura. Quando remover adesivos do casco, fica sempre resíduo de cola, que poderá ser removido com álcool, limpando com água e sabão logo que termine.

Limpeza Interior - Muitos capacetes têm interiores laváveis, os quais deverá lavar com sabão à mão e deixar secar ao ar para assegurar que o forro não deforme.
Limpeza dos canais de ventilação - Poeiras e sujeira ficam normalmente acumuladas nestas zonas. Se possível, utilize um compressor a ar para soprar toda esta sujeira. Deve retirar o interiore do capacete para fazer esta operação.

Apertar e remover os parafusos - Às vezes é necessário ajustar alguma peça do capacete, tal como o suporte da viseira ou da pala no caso dos de TT. Tenha atenção para não apertar demais estes parafusos pois podem quebrar, se forem de plástico, ou rasgar se forem de alumínio.

Fonte: http://www.motorevista.com.br/Noticias/2007/Noticias33.html
Também em: http://clubedokart.wordpress.com/2008/05/17/como-escolher-o-seu-capacete/

Conhecendo a cidade de Cachoeira do Sul

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cachoeira do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, sendo o quinto mais antigo do estado, emancipado da cidade de Rio Pardo e instalado em 1820. A origem de seu nome se deve a uma antiga cachoeira existente no Rio Jacuí, porém em seu lugar foi construída a Ponte do Fandango. É considerado uma das quatorze capitais farroupilhas.

Localiza-se na Mesorregião do Centro Oriental Rio-Grandense e na Microrregião de Cachoeira do Sul. Fisiograficamente, está na Depressão Central do Rio Grande do Sul, na área compreendida como Vale do Jacuí,[5] além de ser a principal e maior cidade do Conselho Regional de Desenvolvimento do Jacuí Centro e da Diocese de Cachoeira do Sul.

Atinge uma altitude média de 26 metros ao nível do mar. Encontra-se às margens da Rodovia Transbrasiliana (BR-153) e distancia-se 196 km da capital estadual, Porto Alegre. Em 2007, possui uma população de 86.557 habitantes,[6] sendo a maior cidade às margens do Rio Jacuí e tendo um de seus apelidos como "Princesa do Jacuí".

Cachoeira também ostenta o título de "Capital Nacional do Arroz", devido aos seus laços históricos com este grão. Em comemoração a isso, a cidade sedia a Feira Nacional do Arroz (Fenarroz), o maior evento orizícola das Américas e o segundo no mundo.[7] O município também é o maior produtor de noz-pecã da América Latina.[8] Possui diversos pontos turísticos dentre os quais pode-se citar o Château d'Eau (cartão-postal da cidade) e a Ponte do Fandango, primeira ponte-barragem construída no Brasil, sobre o Rio Jacuí.

Cachoeira possui uma frota de 20.910 automóveis, 5.782 motocicletas, 1.353 caminhões, 2.485 caminhonetas, 170 carretas, 44 microônibus, 1.023 reboques, 229 ônibus e 10 tratores de rodas.

Turismo

Château d'Eau é o principal ponto turístico da cidade.

Cachoeira do Sul possui em seu turismo aspectos da sua história. Desde 2005 o governo tem se empenhado em transformar o município em um pólo turístico.

O cartão-postal do município é o Château d'Eau (Castelo das Águas, traduzido da língua francesa para a língua portuguesa), inaugurado em 1925 para bombear água até as partes mais altas da cidade, foi desativado em 1980. Em 2007 foi reconhecido pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul como patrimônio histórico do estado. Em sua frente está a Catedral Nossa Senhora da Conceição, templo católico inaugurado em 1799. Os dois monumentos fazem alusão à figura mitológica de Netuno e à figura católica de Nossa Senhora da Conceição, que possuem estátuas no topo do Château d'Eau e da Catedral, respectivamente.

A Sede da Prefeitura do município foi inaugurada em 1865 para ser uma cadeia. Durante a Guerra do Paraguai, serviu de hospital para a recuperação de soldados. Após, foi sede dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Em 1982 passou a ser somente a sede da Prefeitura Municipal.

Outros templos, como a Igreja Santo Antônio (construída em estilo barroco), a Igreja São José (em um estilo novo, em formato redondo, e possui um dos maiores complexos da região com o templo principal, outro menor, pavilhão, sede da paróquia, transmissora da Rede Vida e da TV Canção Nova) e o Templo Martinho Lutero (construído por alemães e principal símbolo luterano na cidade) também são muito procurados.

A Ponte de Pedra, localizada a 5 km da cidade, foi a principal passagem da região centro até Porto Alegre, no século XIX. A ponte faz a travessia entre as duas margens do rio Botucaraí e, diz a história, que Dom Pedro II já atravessou-a.[56]

A Ponte do Fandango, outro principal cartão-postal da cidade, foi inaugurada em 1961 para facilitar o acesso da cidade com Porto Alegre. Foi a primeira ponte-barragem do Brasil e, na época, a segunda maior ponte do mundo.[57] Suas eclusas fazem com que a parte superior do rio Jacuí também seja navegável. Foi construída exatamente no lugar onde era a cachoeira que originou o nome da cidade.

A Casa da Aldeia, o prédio mais antigo de Cachoeira, está atualmente em deterioração. A Câmara de Vereadores, por estar em um ponto central, também acaba por atrair turistas, além de outros prédios históricos no Centro que se tornaram comércio ou agências bancárias, como a fachada do Banrisul, do Itaú e da antiga agência do Unibanco. Há ainda as fachadas da União de Moços Católicos e do antigo Cine Coliseu, a Fonte das Águas Dançantes (na Praça José Bonifácio), o Engenho Roesch e o antigo prédio do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul.

Município de Cachoeira do Sul
Château d'Eau e Catedral Nossa Senhora da Conceição
"Capital Nacional do Arroz"
"Princesa do Jacuí"
Brasão de Cachoeira do Sul
Bandeira de Cachoeira do Sul
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário 5 de agosto
Fundação 26 de abril de 1819
Gentílico cachoeirense
Lema
Prefeito(a) Sérgio Ghignatti (PMDB)
(20092012)
Localização
Localização de Cachoeira do Sul
30° 02' 20" S 52° 53' 38" O30° 02' 20" S 52° 53' 38" O
Unidade federativa Rio Grande do Sul
Mesorregião Centro Oriental Rio-grandense IBGE/2008[1]
Microrregião Cachoeira do Sul IBGE/2008[1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Novo Cabrais, Candelária, Paraíso do Sul (N), Rio Pardo (L), Encruzilhada do Sul, Santana da Boa Vista, Caçapava do Sul (S), São Sepé e Restinga Seca (O).
Distância até a capital 196 km
Características geográficas
Área 3.735,167 km²
População 86.557 hab. est. IBGE/2009[2]
Densidade 23,2 hab./km²
Altitude 26 m
Clima subtropical Cfa
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,788 médio PNUD/2000[3]
PIB R$ 690.396 mil IBGE/2005[4]
PIB per capita R$ 7.723,00 IBGE/2005[4]